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Etapa 3 de 5

Shortlist calibrada

Poucos candidatos, todos avaliados pela mesma régua.

Você recebe

Shortlist com comparativo

Na prática

O que fazemos nesta etapa

Quem avança passa pelos mesmos métodos, com as mesmas perguntas e a mesma régua: entrevista estruturada, casos práticos e, quando o cargo pede, testes e avaliação psicológica. Você recebe de 3 a 5 finalistas comparados lado a lado, com evidências para cada critério do perfil de sucesso.

  1. Triagem pelos critérios eliminatórios do perfil, registrada para cada candidato.
  2. Entrevista estruturada: as mesmas perguntas para todos, escalas com exemplos de resposta e notas individuais.
  3. Caso prático ou amostra de trabalho, quando o cargo permite.
  4. Testes e avaliação psicológica, quando o cargo pede, conduzidos por psicóloga com registro no CRP e apenas com instrumentos aprovados no SATEPSI.
  5. Comparativo lado a lado, com evidências, riscos e pontos a aprofundar na entrevista final.

Por que fazemos assim

6 razões, com evidência

O que a pesquisa em seleção de pessoas, a lei e os nossos próprios dados dizem sobre esta etapa.

  1. Estrutura é o que mais aumenta a validade da entrevista

    Na revisão mais recente das meta-análises de seleção, entrevistas estruturadas aparecem com a maior validade entre os métodos estudados: 0,42, contra 0,19 das entrevistas sem estrutura.

    Fonte: Sackett, Zhang, Berry e Lievens (2022), Journal of Applied Psychology

  2. Escalas com exemplos reduzem a variação entre avaliadores

    Quando a escala descreve o que é uma resposta fraca, boa ou excelente, dois entrevistadores dão notas parecidas para a mesma resposta. Notas registradas de forma independente, antes de qualquer discussão, reduzem o ruído — a variação indesejada entre julgamentos.

    Fonte: Kahneman, Sibony e Sunstein (2021), Ruído: uma falha no julgamento humano

  3. Amostras de trabalho mostram o trabalho

    Um caso prático aproxima a avaliação da rotina real do cargo. Amostras de trabalho estão entre os preditores com validade relevante: 0,33 na mesma revisão.

    Fonte: Sackett, Zhang, Berry e Lievens (2022), Journal of Applied Psychology

  4. Anos de experiência dizem pouco

    Tempo de experiência, sozinho, tem relação baixa com o desempenho futuro — 0,18 na meta-análise clássica sobre métodos de seleção. Por isso a shortlist traz evidências de cada critério, e não uma pilha de currículos.

    Fonte: Schmidt e Hunter (1998), Psychological Bulletin

  5. Comparar lado a lado reduz o efeito halo

    Uma característica marcante — carisma, uma boa primeira impressão — contamina a avaliação das outras. O comparativo avalia todos os finalistas critério por critério, na mesma régua.

    Fonte: Thorndike (1920), Journal of Applied Psychology

  6. Shortlist curta economiza o tempo do gestor

    De 3 a 5 finalistas é o suficiente para escolher e pouco para dispersar. Nas vagas com recrutador dedicado da StartRH, 1 em cada 3 finalistas apresentados foi contratado.

    Fonte: Base de vagas fechadas da StartRH, jan/2025 a set/2026

Sem esta etapa

O que costuma dar errado

  • O gestor entrevista doze pessoas para contratar uma.
  • A decisão depende de quem entrevistou e em que dia.
  • Ninguém consegue explicar por que o escolhido era melhor que os outros.

Vamos falar da sua próxima contratação.

Uma conversa de 30 minutos com um especialista. Você sai com um diagnóstico honesto, mesmo que a resposta seja “ainda não precisa da gente”.